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A mostrar mensagens de julho, 2026

Vou ser mesmo operada em Agosto. Não posso esconder que estou com medo…

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É um médico jovem do SNS, que é a melhor coisa que temos no nosso país, pareceu competente, falou com superiores. Segundo o meu pai ter medo é bom, numa piscina e/ou mar é o que nos permite manter-nos à tona. Ser em agosto é bom porque te permite aproveitar a  silly season de forma profícua para o futuro: tratar da saúde, do rabo, de papo para  o ar e a ler. Só vejo coisas positivas: na tua profissão criativa ter um bom rabo é preponderante Djamila! Vai confiante (não sei nada): o que sinto é que o médico está a tratar do teu caso a sério e nesta altura da carreira (começo) quer-se valorizar e não terá sido ali posto sem segurança e confiança  dos superiores ,

passo forte, dependendo da perspectiva

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Tudo na vida é descoberta: a Djamila, o Daniar e as suas coreografias inventadas pelo altruísmo, comidas, sabores, ideias, duches e leituras tiveram outro espaço e tempo mais ousado. A primeira noite passada em conjunto: 24h (das 12h de ontem às 12 de hoje) parece pouco tempo, ou muito - dependendo da perspectiva que lhe quisermos dar - mas vivido por inteiro tem outra magia. Amanhã será sempre outra manhã por construir e hoje , por recordar; receios mútuos sinto que foram esbatidos pela sempre (como Nunca, Tudo e/ou Nada, conceitos falíveis de erro) leveza que passas à tua e à minha vida. Nossa surpreendente novidade que sugere futuros por realizar ali ou noutros lugares, o passado é sempre presente e sabe-nos muito bem termos descoberto nossa recente dupla dançarina, ela, sedutora, conduz a dança. Em entregas, chegadas, despedidas e partidas; o ntem, hoje e amanhã: é a vida! Deixou certezas de regresso os sorrisos que vivemos: de novos encontros e novas despedidas. Quando estás bem o...

Tranquilidade: deixa viver o grande amor

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Canto de um povo de um qualquer lugar por Caetano Veloso   Deixa-o entrar e instalar-se. Não estamos a fazer mal a ninguém, nem ao Zangão. Em teoria até o estamos a ajudar: a espicaçar a energia enorme da Libelinha  para não a deixar esmorecer. E fazer vingar o Grande Amor nunca fez mal a ninguém e sempre fez bem ao mundo

pós piquenique 2026

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Tornei-me piqueniqueiro. Esta foto não se parece com um piquenique. Habitual, p elo menos, não dos meus. Está muito arrumadinha. Nem apetece comer para não desarranjar . Implica ter gente amiga, sujidade, sorrisos, textos. Ideias, segredos, olhares que amam, Feijoada e surpresas: vão ficando mais velhos. Gente nova que  nasce. O grupo geral muda pouco, tem qualidade. Estamos a ficar mais velhos. Ou a precisar de acertar datas para incluir os mais jovens... Há sempre pormenores num espaço (já) constante.   A maltinha foi chegando a conta gotas e eram já quase 14h quando se resolveu começar a comer sem esperar mais!  Foi uma delícia!  A fome era muita e a mesa muito farta  Estava lá o mano do Zé, que conheci em Rennes quando lá fui por causa de um projecto, acompanhado pela família. Jogámos a um jogo finlandês de madeira, tipo bowling, muito giro  Choviscou um bocadito, mas também passou depressa :)  Cerimónia - que parece uma - terminou com os habituais...

Quando a Djamila aparece tudo muda...

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Ela é Futuro, doutro tempo, no mesmo espaço, do aqui e do agora, de outro olhar, sem falar no ontem, é aberta ao amanhã, quer dançar e faz-me pensar fora da caixa.   Quando se impõe e ganha espaço, o lugar muda seus trâmites, suas colunas, vértices e horizontalidades. Tudo parece mudar, modificar e acrescentar. Quando duas pessoas como nós, com tanto em comum e tão complementares se encontram o mundo cresce, modifica e aumenta. Torna-se melhor. Quando fazem nascer projetos em comum ganham hortas, encontros e espaços mágicos musicais e literários. Criam mundos e fantasia.

Broken English sobre a Maryanne Faithfull

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  O filme começa com Maryanne Faithfull, versão idosa a olhar para o passado onde aparece jovem e bonita, vai fazendo comentários. 'Broken English' é o aclamado álbum de 1979 de Marianne Faithfull e o nome do documentário de 2025 sobre a vida da cantora.   Espreita o trailer oficial do documentário para teres uma noção do tom íntimo e visual desta obra que retrata a vida desta lenda, que eu não conhecia, da música.  Também Ela viveu escondida por trás dos homens, guardando a sua identidade. E acaba com Ela a cantar entre celebridades, de Nick Cave a Mick Jagger, de quem foi namorada. Já tinha morrido quando o filme veio à cena em Janeiro de 2025. - Ouve-a: Maryanne Faithfull canta para a Djamila -

LONGE É UM LUGAR QUE NÃO EXISTE

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 Djamila, procurei por longe no Google e esta foi a imagem escolhida para ti por mim: nunca li este livro mas o autor Richard Bach tem uma escrita simples e que se adapta bem à nossa relação, sem prisões. Djamila e Daniar, sempre que estão juntos sentem que com o outro são felizes e precisam de muito pouco para melhorarem quem são. Talvez não seja tão pouco como isso: terem-se conhecido, encontrado, apaixonado e resolverem respeitar os trâmites desse Amor é Imenso! Gostar de se ir conhecendo e de terem ciúmes palermas era bom, gostar do bem estar que sentiam juntos fazia-lhes bem.  E Zangão iam fintando bem diariamente, teu Louva a Deusa, teu DANIAR

entre os sussurros animais: Mistério sempre há de pintar por aí

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Têm um vídeo do Gilberto Gil a cantar acima, a letra da música para acompanhar em abaixo. Não adianta nem me abandonar Porque mistério sempre há de pintar por aí Pessoas até muito mais vão lhe amar Até muito mais difíceis que eu pra você Que eu, que dois, que dez, que dez milhões Todos iguais Até que nem tanto esotérico assim Se eu sou algo incompreensível Meu Deus é mais Mistério sempre há de pintar por aí Não adianta nem me abandonar Nem ficar tão apaixonada Que nada, que não sabe nadar Que morre afogada por mim Não adianta nem me abandonar Porque mistério sempre há de pintar por aí Pessoas até muito mais vão lhe amar Até muito mais difíceis que eu pra você Que eu, que dois, que dez, que dez milhões Todos iguais Até que nem tanto esotérico assim Se eu sou algo incompreensível Meu Deus é mais Mistério sempre há de pintar por aí Não adianta nem me abandonar Nem ficar tão apaixonada Que nada, que não sabe nadar Que morre afogada por mim Não adianta nem me abandonar Nem ficar tão apaixon...