pós piquenique 2026

Tornei-me piqueniqueiro.

Esta foto não se parece com um piquenique.

Habitual, pelo menos, não dos meus.

Está muito arrumadinha.

Nem apetece comer para não desarranjar.


Implica ter gente amiga, sujidade, sorrisos, textos.

Ideias, segredos, olhares que amam,

Feijoada e surpresas: vão ficando mais velhos.

Gente nova que  nasce.

O grupo geral muda pouco, tem qualidade.

Estamos a ficar mais velhos.

Ou a precisar de acertar datas para incluir os mais jovens...

Há sempre pormenores num espaço (já) constante.

 A maltinha foi chegando a conta gotas e eram já quase 14h quando se resolveu começar a comer sem esperar mais!

 Foi uma delícia!

 A fome era muita e a mesa muito farta

 Estava lá o mano do Zé, que conheci em Rennes quando lá fui por causa de um projecto, acompanhado pela família. Jogámos a um jogo finlandês de madeira, tipo bowling, muito giro

 Choviscou um bocadito, mas também passou depressa :)

 Cerimónia - que parece uma - terminou com os habituais textos do Zé, dois, sobre feijoada, nudez e amor, ehehehehe. Só o Zé para fazer esta receita! (Carla Costa)

PS: tenho sentido uma diminuição da gente, ao longo do tempo (desde 2013, extra COVID) aderente, mais nova. Talvez pela época marcada, tenho ideia que qualquer época não é mau para um. E toda a gente saiu de lá a elogiar aquele espaço.

E aquela gente, é possível que a 5ª da Ribafria não seja o único espaço interessante mas vale bem a pena estar ali e agora...

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